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Vídeo com o economista Marcelo Nascimento
Aprenda como operar na bolsa de valores com os cursos da Trader Técnico.
Expressões como Bear e Bull Markets são utilizadas frequentemente no mercado de ações. Ambas se referem à tendência principal do mercado. Bull Market: um termo utilizado no mundo financeiro para designar a tendência de subida generalizada do preço dos ativos financeiros. O termo...
Vídeo com o economista Marcelo Nascimento
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Antes de começar a investir na Bolsa de Valores é indispensável escolher uma boa corretora, para isso ressaltaremos alguns pontos que você precisa dar atenção:
Depois dessas dicas lembre-se que a escolha pela corretora é sua e varia segundo seus interesses. A Corretora será a sua parceira para fazer bons negócios e essa relação que está para começar precisa ser positiva para ambos.
Agora que você já sabe como escolher a sua corretora, venha conferir nossas vantagens.
Aprenda como operar na bolsa de valores com os cursos da Trader Técnico.
Muitas pessoas, com o fim do ano se aproximando, questionam onde investir o 13° salário. A bolsa de valores, neste caso, pode ser uma excelente opção, principalmente para quem tem interesse investir em ações, buscar conhecimentos sobre o funcionamento dos mercados internacionais e se reeducar financeiramente. Cada vez mais, corretoras de valores ministram cursos e palestras que atraem a atenção de pessoas comuns, que tem algum dinheiro guardado e estão dispostos a investir em uma tendência mundial, a bolsa de valores.
De acordo com o Patrick Ravailhe, assessor de investimentos, o número de pessoas que investem em ações tem aumentado exponencialmente e a procura por empresas gerenciam investimentos também. ‘Muito disso deve-se a baixa rentabilidade de produtos que os bancos oferecem e ai com os cursos é possível fugir de preconceitos’.
Ravailhe relata que é possível aproveitar os maus momentos da bolsa. ‘O mais importante é definir o perfil do investimento a ser realizado, quanto irá dispor, o prazo e com isso estudar potenciais aplicações’. O investidor ainda ressalta que ‘A bolsa nada mais é do que um reflexo da economia das empresas em determinados países. Em um mundo globalizado é comum uma influenciar a outra’.
Neste caso, se você possui algum interesse em investir na bolsa de valores, aproveita o seu 13° salário e venha fazer um curso com a Trader Técnico.
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Geralmente para um investidor aumentar seus conhecimentos sobre o mercado financeiros eles investem em livros, cursos, palestras e leituras em geral. Entretanto, tais ferramentas não são eficientes para ampliar os conhecimentos dos bastidores da bolsa de valores. Logo o cinema pode ser um bom aliado nessa atividade.
Além de tudo, o cinema é uma forma mais descontraída e informal que transmite diversos conhecimentos. Pensando nesse trocadilho disponibilizamos uma lista com alguns filmes sobre o mercado financeiro para que você possa desvendar e se divertir com as intrigas desse mundo que cria ou arruína milionários da noite para o dia. Então estoure a pipoca e apague a luz, que a sessão vai começar.
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Veja o vídeo com o consultor financeiro Silvio Paixão!
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Você espera uma queda do mercado para obter lucros? Possui uma carteira de ações ao longo prazo e não tem intenção de movimentá-la? Nestes casos o aluguel das ações é recomendado, por ser uma operação onde os investidores disponibilizam títulos para empréstimos e os interessados os tomam mediante aporte de garantias. Além disso, as corretoras, com fiscalização da CBLC, atuam como contraparte no processo e garantem as operações.
Neste contexto, a operação do aluguel consiste na transferência de títulos da carteira do investidor para satisfazer necessidades temporárias de um tomador.
O tomador do aluguel estará com o ativo disponível em sua carteira durante o período de vigência do contrato. Ressaltamos que o papel alugado deve estar disponível em carteira, para devolução, no dia de encerramento do contrato; isso implica que a recompra do ativo deve ser feita em no máximo até D-3 do prazo da liquidação contratual.
A possibilidade de alugar papéis acrescenta eficiência operacional e flexibilidade ao mercado, sobretudo em operações de arbitragem. O tomador pode utilizar as ações em operações como:
As taxas que incidem sobre a operação são:
A margem requerida para esse tipo de operação é o valor do aluguel mais o deságio específico do papel dado pela CBLC. O valor das margens é acompanhado diariamente e recomposto, se necessário, na forma e nos prazos estabelecidos.
Você gostou do nosso post? Tem algum comentário ou sugestão para o próximo, fique a vontade !
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Swap é um contrato que determina a troca da rentabilidade entre investidores, e a sua utilização consiste basicamente em:
Swap como contrato de Hedge
Para entender a necessidade de um contrato de swap, podemos usar como exemplo uma empresa exportadora, que têm receitas em dólares, e as despesas são corrigidas por juros pós-fixados. Nesse caso, a empresa poderia usar um contrato de swap para trocar o “risco cambial” pelo “risco de juros pós-fixado”. Uma típica empresa interessada nesse título seria uma varejista importadora, cujas despesas são atreladas ao dólar e tem seu caixa aplicado no mercado (acompanhando assim a evolução dos juros).
Assim, essas duas empresas fazem um contrato de swap entre si, ou através da intermediação de instituição financeira, para trocar uma posição de risco. Portanto, swap é um contrato derivativo e pode ser usado como no exemplo acima (de hedge ou seguro), ou como investimento especulativo.
Swap como investimento especulativo
Nesse tipo de contrato, os investidores se comprometem a pagar a oscilação de uma taxa ou de um ativo na intenção de prever o movimento dos mercados e obter lucro na negociação.
Quais são as operações mais comuns de swap no mercado brasileiro?
Quando um investidor realiza o chamado Swap Cambial Reverso, ou seja, troca CDI em reais por variação cambial em dólares, este também ganha, além da variação, uma taxa adicional, chamada de cupom cambial. No leilão de contratos de “swap cambial reverso“, as instituições financeiras que compram esses contratos recebem uma taxa de juros. O Banco Central, que vende os papéis, ganha a variação cambial do período de validade dos contratos.
Esses títulos são chamados de “reversos” porque o mais comum é o Banco Central receber uma taxa de juros e pagar a variação do câmbio. A colocação desses contratos no mercado pelo Banco Central equivale à compra de dólares no mercado futuro e por isso, a moeda americana sobe quando a instituição faz o leilão, pois é como se houvesse aumentado a demanda pela moeda americana.
Enquanto há continuidade da apreciação do real, com manutenção do dólar em baixos níveis, muitos contratos de swap são feitos no mercado futuro, e esta atuação do BC acaba por equilibrar um pouco o processo.
Vale lembrar ainda que quando intermediados por instituições financeiras, os contratos de swap estão sujeitos à incidência de IOF e IR, e de um modo geral, a alíquota do IOF é decrescente, em função do prazo de permanência do contrato.
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Muitos que pensão em investir em ETFs se questiona qual a sua rentabilidade. Portanto, o objetivo deste post é comparar os rendimentos de todos os ETFs com base no histórico disponível de negociação. Neste caso, buscamos todos os ETFs negociados na bolsa, à exceção de FIND11, que apresenta dados apenas deste ano.
Assim os gráficos são de 31/05/2010 à 20/07/2011.Ao todo são sete ETFs comparados: BOVA11, BRAX11, CSMO11, MILA11, MOBI11, SMAL11 e PIBB11.Dividimos os gráficos em duas partes, já que são muitos ativos para serem analisados:
ETFs gerais
Estes ETFs apresentaram no período, um retorno bem próximo e comportamento bem similar. Veja pelo gráfico a seguir:

Resultado:
ETFs locais
Estes ETFs apresentaram no período, um retorno pouco similar entre si.Veja pelo gráfico a seguir:

Resultado:
Risco
Se o risco é seu fator de decisão para escolher investimentos, uma análise simples de risco anual dos ETFs nos leva a conclusão que BRAX11 foi o investimento menos arriscado para o período. Já o setor imobiliário foi o mais arriscado:

Vale lembrar que risco passado não implica em risco futuro, risco é um variável flutuante, mas mesmo uma “fotografia” como esta já pode dar uma boa idéia de caminho para o investidor que avalia mais de perto o risco.
De maneira geral, os riscos de se investir em ETF são relativamente baixos, se comparado com outros ativos finais como ações nas quais investem isso porque existe um grande fator de diversificação inerente à formação de suas carteiras.
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Vídeo com o consultor financeiro Silvio Paixão, falando sobre como ganhar dinheiro na estreia de uma ação na Bolsa?
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Dando sequência ao post anterior sobre agenda macroeconômica, neste último artigo, daremos dicas para que você possa montar a sua própria agenda mundial e corporativa.
Agenda mundial
No mundo, são alguns importantes indicadores econômicos:
Agenda corporativa
Além da agenda econômica, o investidor de ações precisa saber também das datas de divulgação de balanços das companhias com capital aberto na bolsa de valores.
Entretanto, algumas companhias podem ter o hábito de divulgar balanços em outros períodos como quadrimestral e semestral, porém a exigência legal é das duas bases anteriormente informadas apenas.
Agenda na mídia
Caso você não seja um profissional do mercado financeiro, não existe a necessidade de acompanhar todos estes sites e muitos outros. Basta acompanhar as agendas da mídia especializada, como do Infomoney e do Brasil Econômico.
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