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O que significa “Bear Market” e “Bull Market”?

  Expressões como Bear e Bull Markets são utilizadas frequentemente no mercado de ações. Ambas se referem à tendência principal do mercado. Bull Market: um termo utilizado no mundo financeiro para designar a tendência de subida generalizada do preço dos ativos financeiros. O termo...

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O que dificulta a alta de ações?

Postado por Lohanna | Postado em Vídeos | 07-10-2011

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Vídeo com o economista Marcelo Nascimento

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Você sabe escolher uma corretora?

Postado por Lohanna | Postado em Textos | 05-10-2011

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Antes de começar a investir na Bolsa de Valores é indispensável escolher uma boa corretora, para isso ressaltaremos alguns pontos que você precisa dar atenção:

  • Serviços: de que forma a corretora vai repassar as informações do mercado de ações. Algumas oferecem relatórios de análises, outras trazem vídeos interessantes ou enviam dados importantes para o seu e-mail. Observe se a corretora te proporciona outras opções de investimentos, como por exemplo, fundos de investimentos, derivados e outros;
  • Seu perfil: veja qual corretora se encaixa melhor na sua maneira de investir. Você pode avaliar, por exemplo, os serviços que ela oferece, entendendo se eles combinam com a forma que você lida com os seus investimentos. Você pretende investir via internet? Ou prefere o contato telefônico? Se você costuma realizar seus investimentos pela internet, por exemplo, pergunte à corretora se ela possui a opção de negociar pela web (o nome desse serviço é home broker) e se você pode conhecer o sistema antes de abrir a conta;
  • Taxas: confira o valor da taxa que a corretora cobra pela corretagem. Muitas vezes o valor costuma variar dependendo dos serviços que elas disponibilizam, logo avaliei bem para você não pagar por ferramentas que não pretende usar;
  • Valor do investimento: reflita sobre o valor que pretende investir. Algumas corretoras têm como foco clientes que fazem altos investimentos. Outras corretoras têm como estratégia justamente o contrário: os pequenos investidores. Pergunte à corretora qual é o perfil de investidor que ela atende.

Depois dessas dicas lembre-se que a escolha pela corretora é sua e varia segundo seus interesses. A Corretora será a sua parceira para fazer bons negócios e essa relação que está para começar precisa ser positiva para ambos.

Agora que você já sabe como escolher a sua corretora, venha conferir nossas vantagens.

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Onde investir o seu 13° salário?

Postado por Lohanna | Postado em Textos | 30-09-2011

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Muitas pessoas, com o fim do ano se aproximando, questionam onde investir o 13° salário. A bolsa de valores, neste caso, pode ser uma excelente opção, principalmente para quem tem interesse investir em ações, buscar conhecimentos sobre o funcionamento dos mercados internacionais e se reeducar financeiramente. Cada vez mais, corretoras de valores ministram cursos e palestras que atraem a atenção de pessoas comuns, que tem algum dinheiro guardado e estão dispostos a investir em uma tendência mundial, a bolsa de valores.

De acordo com o Patrick Ravailhe, assessor de investimentos, o número de pessoas que investem em ações tem aumentado exponencialmente e a procura por empresas gerenciam investimentos também. ‘Muito disso deve-se a baixa rentabilidade de produtos que os bancos oferecem e ai com os cursos é possível fugir de preconceitos’.

Ravailhe relata que é possível aproveitar os maus momentos da bolsa. ‘O mais importante é definir o perfil do investimento a ser realizado, quanto irá dispor, o prazo e com isso estudar potenciais aplicações’. O investidor ainda ressalta que ‘A bolsa nada mais é do que um reflexo da economia das empresas em determinados países. Em um mundo globalizado é comum uma influenciar a outra’.

Neste caso, se você possui algum interesse em investir na bolsa de valores, aproveita o seu 13° salário e venha fazer um curso com a Trader Técnico.

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Como desvendar os bastidores do mercado financeiro?

Postado por Lohanna | Postado em Textos | 28-09-2011

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Geralmente para um investidor aumentar seus conhecimentos sobre o mercado financeiros eles investem em livros, cursos, palestras e leituras em geral. Entretanto, tais ferramentas não são eficientes para ampliar os conhecimentos dos bastidores da bolsa de valores. Logo o cinema pode ser um bom aliado nessa atividade.

Além de tudo, o cinema é uma forma mais descontraída e informal que transmite diversos conhecimentos. Pensando nesse trocadilho disponibilizamos uma lista com alguns filmes sobre o mercado financeiro para que você possa desvendar e se divertir com as intrigas desse mundo que cria ou arruína milionários da noite para o dia. Então estoure a pipoca e apague a luz, que a sessão vai começar.

  • O primeiro milhão (Boiller Room/EUA/2000): Após montar um cassino ilegal em seu apartamento e se dar mal, Seth Davis (Giovanni Ribisi) chama a atenção do empresário J.T. Martin (Ben Affleck), dono da mais recente corretora da cidade, uma empresa agressiva e pouco ética. Em busca de conquistar seu primeiro milhão de dólares, Seth embarga de corpo e alma no tenebroso submundo das Finanças;
  • Enron, o mais espertos da sala (The Smartest Guys in the Room/EUA/2005): Baseado no best-seller homônimo, o documentário é um estudo sobre um dos maiores escândalos corporativos da história dos EUA, em que executivos da Enron – a sétima maior empresa do país – fugiram com bilhões de dólares e deixaram acionistas e funcionários sem nada;
  • Wall Street – Poder e cobiça (Wall Street/EUA/1987): A produção conta a história do jovem e ambicioso corretor de bolsa, Bud Fox (Charlie Sheen), que é atraído para o mundo ilegal e lucrativo da espionagem empresarial, quando conhece o inescrupuloso bilionário Gordon Grekko (Michael Douglas);
  • Wall Street 2 – O dinheiro nunca dorme (Wall Street 2: Money Never Sleeps/EUA/2010): A sequência mostra o retorno de Gordon Gekko (Michael Douglas) ao mercado financeiro, após cumprir pena por fraudes financeiras. Com intenção de se reaproximar da filha Winnie (Carey Mulligan), ele aceita ajudar Jacob “Jake” Moore (Shia LaBeouf), namorado da moça e novato corretor da bolsa, num plano de vingança;
  • Psicopata Americano (American Psycho/EUA/2000): Esse suspense é uma viagem pela mente perversa de Patrick Bateman (Christian Bale), um jovem e bonito corretor de Wall Street. Protegido pela riqueza, Bateman é um serial killer, alimentado pela inveja quando encontra alguém que possui mais do que ele;
  • Sem Limites (Limitless/EUA/2011): Esse lançamento fala da história de Eddie Morra (Bradley Cooper), um escritor que sofre de bloqueio criativo. Após reencontrar seu ex-cunhado, Vernon (Johnny Whitworth), ele conhece uma droga revolucionária que permite o uso de 100% da capacidade cerebral, o que lhe permite aprender outras línguas e fazer cálculos complicados. Com os novos talentos, Morra entra no mercado financeiro, onde conhece o empresário Carl Van Loon (Robert De Niro), que resolve contar com sua ajuda para fechar um dos maiores negócios da história;
  • Trocando as bolas (Trading Places/EUA/ 1983): Nesse enredo irreverente, a aposta de dois ricos corretores, Randolph Duke (Ralph Bellamy) e Mortimer Duke (Don Ameche) mudam a vida de um mendigo (Eddie Murphy) que troca seu estilo de vida com um magnata de Wall Street (Dan Aykroyd);
  • A Fraude (Rogue Treader/Inglaterra/1998): O drama conta a história do ambicioso escriturário Nick Leeson (Ewan McGregor), que trabalha no Barings Bank e recebe a oportunidade de cuidar dos negócios do banco em Cingapura. Lá ele apresenta resultados financeiros excelentes, embora tenha ilegalmente quebrado as regras tradicionais e secretamente tendo escondido as perdas numa conta criada para este fim;
  • Com o dinheiro dos outros (Other People’s Money/EUA/1991): Nessa comédia, o investidor Lawrence “Larry” Garfield (Danny DeVito) lança mão de truques nada honestos para assumir o controle acionário de uma empresa. O que Larry não esperava era se apaixonar por Kate Sullivan (Penelope Ann Miller), filha do gestor da companhia;
  • À procura da felicidade (The Pursuit of Happyness/EUA/2006): O drama é baseado em fatos reais da vida de Christopher Gardner (Will Smith), um pai de família que enfrenta sérios problemas financeiros. Ele aposta todas as suas fichas num estágio em uma corretora de valores, que não lhe paga salário, esperançoso de que, ao fim do programa, ele seja o escolhido para a contratação.

 

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Como a Bolsa de Valores pode ser opção para quem precisa de dinheiro rápido?

Postado por Lohanna | Postado em Vídeos | 26-09-2011

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Veja o vídeo com o consultor financeiro Silvio Paixão!

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Como alugar ações?

Postado por Lohanna | Postado em Textos | 22-09-2011

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Você espera uma queda do mercado para obter lucros? Possui uma carteira de ações ao longo prazo e não tem intenção de movimentá-la? Nestes casos o aluguel das ações é recomendado, por ser uma operação onde os investidores disponibilizam títulos para empréstimos e os interessados os tomam mediante aporte de garantias. Além disso, as corretoras, com fiscalização da CBLC, atuam como contraparte no processo e garantem as operações.

Neste contexto, a operação do aluguel consiste na transferência de títulos da carteira do investidor para satisfazer necessidades temporárias de um tomador.

O tomador do aluguel estará com o ativo disponível em sua carteira durante o período de vigência do contrato. Ressaltamos que o papel alugado deve estar disponível em carteira, para devolução, no dia de encerramento do contrato; isso implica que a recompra do ativo deve ser feita em no máximo até D-3 do prazo da liquidação contratual.

Por que alugar ações?

A possibilidade de alugar papéis acrescenta eficiência operacional e flexibilidade ao mercado, sobretudo em operações de arbitragem. O tomador pode utilizar as ações em operações como:

  • Vendas a vista;
  • Garantia de operações em mercados de liquidação futura;
  • Cobertura no lançamento de opções de compra.

Custos:

As taxas que incidem sobre a operação são:

  • Taxa de juros previamente estipulada pelo doador, expressa em base anual, com capitalização composta por dias úteis (pró-rata), a ser paga no primeiro dia útil após o encerramento do contrato;
  • Corretagem fixa de 40 reais no ato do aluguel; corretagem variável nos trades subseqüentes (as ordens de venda do ativo devem ser todas realizadas pela mesa de operações, já as compras podem ser realizadas pelo home-broker).

Garantias:

A margem requerida para esse tipo de operação é o valor do aluguel mais o deságio específico do papel dado pela CBLC.  O valor das margens é acompanhado diariamente e recomposto, se necessário, na forma e nos prazos estabelecidos.

 

Você gostou do nosso post? Tem algum comentário ou sugestão para o próximo, fique a vontade !

 

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O que significa swap cambial e swap reverso?

Postado por Lohanna | Postado em Textos | 20-09-2011

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Swap é um contrato que determina a troca da rentabilidade entre investidores, e a sua utilização consiste basicamente em:

Swap como contrato de Hedge

Para entender a necessidade de um contrato de swap, podemos usar como exemplo uma empresa exportadora, que têm receitas em dólares, e as despesas são corrigidas por juros pós-fixados.  Nesse caso, a empresa poderia usar um contrato de swap para trocar o “risco cambial” pelo “risco de juros pós-fixado”. Uma típica empresa interessada nesse título seria uma varejista importadora, cujas despesas são atreladas ao dólar e tem seu caixa aplicado no mercado (acompanhando assim a evolução dos juros).

Assim, essas duas empresas fazem um contrato de swap entre si, ou através da intermediação de instituição financeira, para trocar uma posição de risco.  Portanto, swap é um contrato derivativo e pode ser usado como no exemplo acima (de hedge ou seguro), ou como investimento especulativo.

Swap como investimento especulativo

Nesse tipo de contrato, os investidores se comprometem a pagar a oscilação de uma taxa ou de um ativo na intenção de prever o movimento dos mercados e obter lucro na negociação.

 

Quais são as operações mais comuns de swap no mercado brasileiro?

  • swap prefixado – troca de juros prefixados por juros pós-fixados (CDI over);
  • swap cambial – troca de taxa de dólar por juros pós-fixados;

Quando um investidor realiza o chamado Swap Cambial Reverso, ou seja, troca CDI em reais por variação cambial em dólares, este também ganha, além da variação, uma taxa adicional, chamada de cupom cambial.  No leilão de contratos de “swap cambial reverso“, as instituições financeiras que compram esses contratos recebem uma taxa de juros. O Banco Central, que vende os papéis, ganha a variação cambial do período de validade dos contratos.

Esses títulos são chamados de “reversos” porque o mais comum é o Banco Central receber uma taxa de juros e pagar a variação do câmbio.  A colocação desses contratos no mercado pelo Banco Central equivale à compra de dólares no mercado futuro e por isso, a moeda americana sobe quando a instituição faz o leilão, pois é como se houvesse aumentado a demanda pela moeda americana.

Enquanto há continuidade da apreciação do real, com manutenção do dólar em baixos níveis, muitos contratos de swap são feitos no mercado futuro, e esta atuação do BC acaba por equilibrar um pouco o processo.

Vale lembrar ainda que quando intermediados por instituições financeiras, os contratos de swap estão sujeitos à incidência de IOF e IR, e de um modo geral, a alíquota do IOF é decrescente, em função do prazo de permanência do contrato.

 

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Qual a rentabilidade dos ETFs na bolsa de valores?

Postado por Lohanna | Postado em Textos | 19-09-2011

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Muitos que pensão em investir em ETFs se questiona qual a sua rentabilidade. Portanto, o objetivo deste post é comparar os rendimentos de todos os ETFs com base no histórico disponível de negociação. Neste caso, buscamos todos os ETFs negociados na bolsa, à exceção de FIND11, que apresenta dados apenas deste ano.

Assim os gráficos são de 31/05/2010 à 20/07/2011.Ao todo são sete ETFs comparados: BOVA11, BRAX11, CSMO11, MILA11, MOBI11, SMAL11 e PIBB11.Dividimos os gráficos em duas partes, já que são muitos ativos para serem analisados:

  • ETFs gerais: referem-se aos índices mais abrangentes. São os BOVA11, BRAX11 e PIBB11;
  • ETFs locais: referem-se aos índices mais específicos. São os CSMO11, MILA11 e MOBI11 eSMAL11.

ETFs gerais

Estes ETFs apresentaram no período, um retorno bem próximo e comportamento bem similar. Veja pelo gráfico a seguir:

Resultado:

  • BOVA11: resultado de -6,50% no período;
  • BRAX11: resultado de 0% no período, resultado melhor que BOVA11 por incluir papeis de empresas menores, que se saíram melhor no período;
  • PIBB11: resultado de -5,37%, muito próximo do BOVA11, uma vez que ambos possuem um número de ativos e critério muito parecidos.

ETFs locais

Estes ETFs apresentaram no período, um retorno pouco similar entre si.Veja pelo gráfico a seguir:

Resultado:

  • MILA11: resultado de -1,50% no período;
  • CSMO11: resultado de 19,83% no período, o melhor resultado de todos, pois tem uma carteira em ativos do setor que mais se valorizou no período, o setor de consumo;
  • MOBI11: resultado de 0,66% no período, resultado fraco junto com o setor, imobiliário;
  • SMAL11: resultado de 17,03% no período, bom resultado, pois tem uma carteira em ativos de empresas menores, que se valorizaram no período.

Risco

Se o risco é seu fator de decisão para escolher investimentos, uma análise simples de risco anual dos ETFs nos leva a conclusão que BRAX11 foi o investimento menos arriscado para o período. Já o setor imobiliário foi o mais arriscado:

Vale lembrar que risco passado não implica em risco futuro, risco é um variável flutuante, mas mesmo uma “fotografia” como esta já pode dar uma boa idéia de caminho para o investidor que avalia mais de perto o risco.

De maneira geral, os riscos de se investir em ETF são relativamente baixos, se comparado com outros ativos finais como ações nas quais investem isso porque existe um grande fator de diversificação inerente à formação de suas carteiras.

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Como ganhar dinheiro comprando ações durante um IPO?

Postado por Lohanna | Postado em Vídeos | 16-09-2011

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Vídeo com o consultor financeiro Silvio Paixão, falando sobre como ganhar dinheiro na estreia de uma ação na Bolsa?

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Você sabe o que significa agenda macroeconômica parte II?

Postado por Lohanna | Postado em Textos | 14-09-2011

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Dando sequência ao post anterior sobre agenda macroeconômica, neste último artigo, daremos dicas para que você possa montar a sua própria agenda mundial e corporativa.

Agenda mundial

No mundo, são alguns importantes indicadores econômicos:

  • Taxa de desemprego norte americano: é considerado o principal indicador da saúde da economia americana, é apurado mensalmente e divulgado na primeira sexta-feira do mês seguinte ao mês base;
  • Reunião do Federal Reserve (FED, Banco Central americano): similares à nossa COPOM ocorrem oito reuniões do FOMC por ano com intervalo entre cinco e oito semanas;
  • Atividade industrial chinesa: Acompanhe regularmente as notícias da atividade industrial chinesa pelo site da Chinese Federation of Logistics and Purchasing;

Agenda corporativa

Além da agenda econômica, o investidor de ações precisa saber também das datas de divulgação de balanços das companhias com capital aberto na bolsa de valores.

  • Balanço e informes anuais: são divulgados sempre a partir do final de janeiro e até final de fevereiro;
  • Informes trimestrais: são divulgados nas primeiras quinzenas de fevereiro, abril, agosto e novembro.

Entretanto, algumas companhias podem ter o hábito de divulgar balanços em outros períodos como quadrimestral e semestral, porém a exigência legal é das duas bases anteriormente informadas apenas.

Agenda na mídia

Caso você não seja um profissional do mercado financeiro, não existe a necessidade de acompanhar todos estes sites e muitos outros. Basta acompanhar as agendas da mídia especializada, como do Infomoney e do Brasil Econômico.

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